terça-feira, 12 de julho de 2011

JUCÁ
















O jucá (Caesalpinia ferrea) árvore encontrada no Cariri Paraibano, destaca-se pelo peso e rigidez de sua madeira. A polícia usava para fazer cacêtete, os quais, amedrontavam desordeiros e brigões da região. As lente do "sitiocarneiro" captarem lindas imagens de sua reprodução.

domingo, 3 de julho de 2011

A beleza do sertão do cariri paraíbano

Os poetas José Mauro de Alencar (Júnior do Bode) e Pedro Rômulo Nunes, inspirados, escreveram belas poesias.

MOTE:
Por isso eu quero mostrar
que o sertão só tem beleza.

Pedro Rômulo Nunes

Fui na Fazenda Carneiro
Festejar um São João
Dancei forró e baião
Brinquei noite e dia inteiro
Vi que este povo festeiro
Tem no pé toda destreza
Espanta toda tristeza
existente no lugar.
Por isso eu quero mostrar
Que o sertão só tem beleza.

Não jogue conversa fora
Aproveite o que se diz
Venha com nós ser feliz
Visite fauna e flora
Que a felicidade aflora
Nas brisas da natureza
Se levita com certeza
Sentindo cheiro do ar
Por isso eu quero mostrar
Que o sertão só tem beleza.

Júnior do Bode

Descortinando os segredos
Que tem minha região
De fácil interpretação
E gerou muitos enredos
Que não se contam nos dedos
Mas se guarda com firmeza
Na memória da certeza
Vive a frutificar
Por isso eu quero mostrar
Que o sertão só tem beleza.

domingo, 26 de junho de 2011

O Corte do Carneiro























O Poeta José Mauro de Alencar (Júnior do Bode) esteve estes dias no Sítio Carneiro para participar dos festejos juninos na localidade, além das festas e poesias, Júnior mostrou de onde vem seu apelido, fazendo o corte da carne do Carneiro.

Visita do Museólogo Moysés Siqueira ao Museu do Homem do Cariri





O Museólogo Moysés Siqueira Neto compareceu ao Sítio Carneiro neste São João, onde prestou auxílio na formatação e estruturação do Museu, após a visita ao museu, Moysés se hospedou no sítio, oportunidade que presenciou uma cantoria e a cultura local. 

sábado, 11 de junho de 2011

JESUS








Floresce minha mão de amor tocada,
quando escrevo, Jesus, em teu louvor!
Cada rima que surge é como flor,
pelo sol de teu nome iluminada!
Unge-me a inspiração abençoada,
do teu sereno olhar consolador
a acender uma estrela sobre a dor,
de quem vestiu de noite a própria estrada!
Excelsa luz do Céu que nos amparas,
dás vida ao coração como às searas
alegria e esplendor a chuva irmã.
Poeta do Perdão e da Verdade,
o Caminho de paz da Humanidade,
e a certeza das glórias do Amanhã!
Autor: Auta Souza